[BC] Tão dificil chegar a lugar algum que se torna vazio sem sua presença!
[C]╔═━────━▒ ۞ ▒━────━═╗
Sentimentos em sangue.
[C]╚═━────━▒ ۞ ▒━────━═╝
[C] Onde as caricias selvagens levavam aos delirios nossos desejos insanos não somente por prazer mas sim pela companhia. Nem sempre agradável que tínhamos. Mas mesmo entre facas e machados. O fogo nos lábios em uma mistura de ódio e amor nos fazia calar.
[C] Uma eterna ilusão que tão somente fosse mentira fantasia. Desses meu delírios por sua falta, não lastimo pois foi belo enquanto durou, perfeito em desejos se revelou, onde meus sentidos aguçou sem que se quer me tocasse o êxtase do prazer me tomou que meu corpo tremia sem estar do lado sem toque não havia! Somente a mente em delírio. Não ha uma letra nada pelo que senti, mas vivi! Só menos acrescentei. Errei a todo momento, pois em erro morreu, por mais que não se perdeu, se perdera!
[C] Onde conformar se a mente se lembra dos braços em volta do pescoço de noites intermináveis sem cansar. Mas a companhia em tédio se torna muito facil quando. So queremos pra nós a companhia que não devia ir. Mas sempre deixando nas unhas encravadas em meu corpo o sangue a escorrer onde a dor me era agradável. Onde somente a lua vermelha a banhar nos dois vermelha como o sangue que de nós escória, se para nos era a essência dos deuses tão agradáveis quanto nossas mordidas entre movimentos que pareciam a bela dança do prazer a desejarmos que fosse eterna mas não foi terminou.
[C] Mas em meio a uma solidão profunda a lembrança sempre a de estar desse luar das gotas de meu sangue em sua boca antes da partida. De minha mão ferozmente em desejo a arranjar seu corpo. Onde meu lábios corriam seu pescoço, antes de me saciar. Foi me entregue a eternidade mas não resolveria sem estas noites. A passar sem te encontrar. São inúteis sem nossos momentos especiais, so a lembrar onde a tortura sempre vira mais forte.
[C] Mesmo sem ver nossos olhos vermelhos a se encontrar a simples lembrança do toque amaldiçoa deixando um vazio que não cessa e talvez nem venha a cessar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário