[BC] Nunca me omiti sobre meus pecados.
[C] So que minha parcela de culpa em tudo foi nunca aceitar uma derrota, Nunca aceitar quando um sacrificio virasse deboche ou chacota para cães. Que não conhecem nada que é verdadeiro. Sim minha parcela de culpa e sempre achar que quem não agrega valores os destrói. Minha parcela de culpa e ser o juiz, o carrasco e a sentença de quem não me é leal. Pois o mesmo direito que lhe da de ir ou vir, me da não aceitar presenças imundas em meu mundo onde espero o melhor para os meus.
[C] Se isso for um erro sim aceito minha minha culpa! Que venha o castigo de onde quiser. Pois sei que ratos sempre rondam sempre vão aparecer, só que desta vez não terão mais direto de vós em meu lar seu direito so no mundo afora. Pois la fora eles os tem não aqui. Nao haverá mais a discórdia nem abalará mais o meu recanto pois foram causados por minha ingênua vontade. Esta que não existe e não mais vai existir.
[C] Vai sobrevir somente a vontade do acerto que tanto incômoda. Pois sempre o fracasso esperam o que não vai mais haver. Jamais abandonar o bem de muitos por um apenas isso foi minha culpa assumida a sumir. Que nunca mais vai voltar pois o sentimento que havia aqui não existe em ninguém mera ilusão de ocasião que se deixam levar os tolos como eu fui.
[C]De pensar em algo puro de um mundo que muitas vezes é sujo e sem face. Sim posso até não ter sido enganado mas o real engano são de sujos de alma que acham no direito de julgar um erro por outro e para não aceitar dizem que seu maior erro foi o sentido do sentimento que não conhecem. Pois seus únicos erros é sua própria incapacidade de sentir.
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