[BC] Trazer para hoje memórias passadas.
[C] Quantas já se foram passando e transformando o sentido em sem sentido algum, sem lástima lembrar, talvez impossível pois destas que se fez quem sou agora me trazendo as inspirações do impuro tentando tornar puro o máximo que conseguir! Só que o impossível não trazer antigos sofrimentos de volta. Na Solidão do quarto escuro largado nas trevas que me jogaram.
[C] O que sempre me tornou forte por muitas vezes abateu a fraqueza. Pela teima de ver imagens que teimam em sumir me deixando por muitas vezes loucos, pois o demônio sempre vem me cobrar seu maldito preço, Ele sempre esteve por trás sua alegria minhas injúrias passadas amargas como o pior veneno que sempre me sérvio. Não digo maldito seja pois ele so faz sua parte atrás de minha alma que talvez sempre le pertencera.
[C] Mas nunca sem luta entreguei pois mesmo sem querer a uma luz que não sei de onde vem a me proteger. Me tirando de suas mãos causando sua ira. E mim por mais que não espere sorriu em lágrimas. So por sempre ver sua derrota e no fim sempre estou de pé a sua frente, então em ira ele vem em meu canto escuro sempre. Pois seu passado e o meu em futuro quer me cortar.
[C] Mas sempre me quiz assim um poeta maldito sem aplausos pois a fama minha é dele, ele sabe o quer. O que quero não importa mais pois minhas letras, linhas ele deseja. Para sua diversão elas retratam mesmo sem querer a dor de minha alma que lhe trás prazer e como um requiem ele sorri. Sorri ao mesmo tempo me chamando de seu filho que a cada açoite ele quer mais.
[C] So que de mim so terá as letras nada mais, os sofrimentos sempre viram sempre existirá minhas linhas mal entendidas que so ele entende, pois comigo estão, a cada dia mais negro o poeta maldito se torna para um dia recitar suas dores em seu lar.
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