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sexta-feira, 22 de março de 2019

Sede

[BC] Sempre tentei conter o desejo pela morte e de sede de sangue.
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[BC] Um conto de Alucard.

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[C] So que agora não mais, ha muitas vidas que não merecem nem o ar que respiram. Ha isso posso me satisfazer e fazer justiça. Pois mesmo que podre seu sangue pode me manter vivo. Por isso venho caminhado pelas ruas atrás de alguém que imagino que não mereça piedade. É diferente de quando me presentearam com minha eternidade. As noites quentes de verão deixam as ruas cheias, e nas madrugadas só a escória permanece.

[C] São destes que pretendo me saciar por agora. Me sento em um banco da praça onde posso observar as ações dos que estão por aqui. Eles se enchem de coisas pra lhe trazer um pouco do que chamam de felicidade. Coisa que nem sequer sabem o que significa. Mesmo com toda a luz artificial da cidade as músicas freáticas que escutam e se mexem rapidamente como doidos levados por seus devaneios. Fico somente a observar enquanto alguns nem sequer conseguem se manter de pé. Caem de um lado a outro pois ja estão cheios de suas químicas isso ate me diverte ver como acabam suas vidas inúteis.

[C] Até que algo me chama a atenção. Uma das garotas começa a preparar algo dentro de uma seringa, ela começa a rir alto e a debochar de seu próprio mal pude ouvir bem quando ela desejou a morte mais de uma vez, assim que ela aplicou a seringa em seu braço enquanto os outros a observavam sorrindo. Ela começou a andam cambaleante. Eu ainda sentado pude ver ela se distanciar e dois homens começaram a segui lá para trás de uma pequena igreja que ficava no centro da praça. Decidi me levantar e segui los.

[C] Quando virei para trás da igreja pude ouvir já os choramingos da garota os dois homens estavam forçando ela a entrar em um beco atrás da igreja com uma faca onde ninguem ia poder velos fui me aproximando devagar e peguei um deles pela nuca e o levante jogando o contra s parede, o outro quando me olhou ouvi seu coração acelerar pois meus caninos ja se faziam aparentes, o covarde agarrou a garota e a usou como escudo e quando eu fui me aproximar furou a barriga da menina avancei e enfiei minha unha em seu pescoço depois mordi arrancando sua garganta do lugar. Seu sangue tinha um gosto horrível pior até que o sangue de animais joguei seu corpo inútil na calçada.

[C] Quando fui olhar a garota ela agonizava quase sem vida e me lembrei o quanto ela antes pedia pra morrer e agora  sussurrava por ajuda então decidi lhe dar a pior das maldicoes para quem quer morrer uma morte em vida eterna me abaixei e mordi demoradamente seu pescoço ela me segurou com força enquanto eu sugava seu sangue jovem. Depois cortei meu pulso com minha unha e lhe dei de beber do meu sangue o infectado com a maldição que carrego a deixei no chão gritando de dor pois ela teria que morrer pra nascer eterna de novo, e quando dei as costas e fui embora.

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[BC] Me afastei lhe advertindo que ela não deveria mais pedir pela sua morte pois isso não ia mais lhe ser dada.
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