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sexta-feira, 22 de março de 2019

Ate que a morte nos separe 2


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[CB] Haviam se passado 12 anos apos aquele trágico casamento.
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[C] Aonde ia me casar com um homem que achava maravilhoso! Marco o havia conhecido em uma rede social, namoramos por mensagens durante um ano dois encontros em um motel e nos apaixonamos. Tudo parecia perfeito gastamos uma fortuna em uma festa de casamento que nem aconteceu e no aluguel de um castelo onde foi cenário de um assassinato cruel do meu tio pelo meu próprio noivo o homem que jurei amar.

[C] Ainda depois houve meu sequestro que vitimou meu pai também pelas mãos de Marco. Quando a polícia abriu fogo contra ele, ele levou vários tiros rolando pelo corego. Os polícias juravam que haviam matado Marco! Mas depois de alguns dias recebi uma mensagem no meu watts dizendo.
[BC] Voltarei para a lua de mel.

[C] Tinha certeza que era Marco ele não havia morrido incrivelmente depois de levar vários tiros e podia jurar depois da igreja que ele parecia possuído por algo um demônio. Mas muito tempo se passou e mesmo não tendo superado por completo conheci uma outra pessoa Fernando um homem que me acompanhou e se dedicou a mim, apesar de logo de início não o amar seu carinho me conquistou.

[C] Nos casamos e desta união nasceram dois filhos, um deles dei o nome em homenagem a meu pai. Mikael meu filho mais velho hoje com 7 anos e Paul de 5 anos. Julio meu marido era piloto sempre estava viajando. Eu vivia a maior parte do tempo sozinha.

[C] Me levantava de manhã. Levava meus filhos a escola e ia para meu trabalho. Estava vivendo uma vida pacata e tranquila após da tragédia que houve na minha família. Mas o que vou passar a relatar foi o inicio de um novo inferno. Estava de saída do escritório de advocacia onde trabalho, quando vi um bip de notificação no watts do escritório que carrego comigo. O número era conhecido mas eu não acreditei que fosse ele. Queria crer que todos esses anos sem aparecer ele estivesse morto.

[BC] - Descobri finalmente onde você está! Seus filhos são lindos....
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[C] Para minha surpresa e pavor era o número de Marco! Ele realmente ainda estava vivo. E sabia da existência de meus filhos, sai correndo do trabalho em direção do estacionamento que tinha deixado meu carro. Entrei e sai em disparada para o colégio para buscar e esconder os meninos. Mas assim que parei meu carro em frente ao colégio desci e em frente o portão senti alto forçando minhas costas em minha pressa nem percebi ninguem na calçada, e pude ouvir a voz de Marco.

[BC] - Jany a quanto tempo minha querida! Esta maravilhosa como sempre!

[C] Pude sentir uma arma em minhas costas o calafrio que sua voz me fez voltar no tempo que foi o horror de nosso casamento, não entendia o porque de ele ter feito aquilo e agora esta volta para me ameaçar de novo. O que movia seu ódio ou que poderia estar passando em sua mente. Em meu desespero queria logo entregar minha vida em suas mãos para preservar a vida de meus filhos.

[BC] - Marco! Por favor nunca lhe fiz mal algum, se quiser pode me matar. Mas deixe meus filhos em paz.

[BC] - Chame nossos filhos Jany! Vamos para casa.

[C] Estranhei aquela frase, nossos filhos Marco so poderia estar louco ou delirando. Não queria agora tirar os meninos da escola ele poderia matar meus filhos com aquela arma, onde ele queria levar a gente mas ele percebeu minha denora e aperta sua arma em minhas costas mais forte.

[CB]- Chame as crianças Jany minha paciência esta acabando!!! Demorei muitos anos pra achar vocês.

[C] A cada minuto meu pavor aumenta vá, as lembranças do dia nosso casamento voltaram mais vivas ainda. Não queria para meus filhos o mesmo fim que aconteceu a meu pai. Tive de pedir a diretora que trouxesse meus filhos mentimos que Marco era um irmão distante do meu marido que tinha  vindo de longe para ver as crianças. Quando eles apareceram estranhamente antes de entrarmos no carro Marco demonstrou muito carinho pelos meninos.

[C] Ele colocou os dois no banco da frente comigo e me disse que seu presente estava escondido em minhas costas, -e se eu nao colaborasse coisas muito ruins poderiam acontecer. So respondi balançando a minha cabeça olhando fixo na rua. E pensava apenas nas crianças olhava no retrovisor no rosto de Marco um sorriso sinico e um olhar psicotico. Como nunca percebi nele.

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[C] Perguntei onde ele queria que o levasse me falou que deviamos ir para casa para que nossos filhos pudessem descansar um pouco neste momento não suportei e decidi acorda lo do seu delírio.

[BC] - Marco não são nossos filhos são meus de Fernando ele é o pai dos meus filhos!

[C] Ele gargalhou e me disse que isso era temporário e que eu devia me apresar a chegar em casa. Pois ele queria resolver tudo aquilo o mais rápido possível. Meu coração estava disparado não sabia o que esperar de um louco que tinha a mim e meus filhos como refém. Quando chegamos em casa ele me pediu para descer as crianças e entrar na casa sem alardes.

[C] Fiz o que ele me pediu quando ele entrou se sentou no sofá da sala ao lado dos meus filhos e ligou com o controle a tv. Me disse que estava com fome, me pediu para preparar algo enquanto ele via os programas de desenhos com as crianças eu na cozinha chorava preocupada com meus filhos na sala com um louco armado e ele na sala dava gargalhadas altas eu aproveitando a oportunidade que Márco me deu escondi uma faca em minha cintura e acabei de fazer algo para ele. Ele me fez sentar no sofá com os meninos no sofá enquanto ele comia apontando a arma para mim e meus dizendo coisas irônicas.

[BC]- Maravilhoso Jany! Seria mesmo uma ótima esposa.

[C] Minha indignação e ódio iam aumentando ao estar na frente de Marco o homem que quase acabou com minha vida. Ele agora estava em minha casa pronto para me matar e a meus filhos tambem. Então decidi que nao ia permitir que isso acontece se. Vou ter que pensar em algo para, paralo, estava com uma faca escondida por sua confiança. Tenho que me aproveitar dela de novo mexendo com seu enorme ego agora. Mesmo que seja uma saida suja mas nao vou deixar que ele destrua minha vida novamente.

[C] Enquanto ele terminava de se alimentar me levantei do sofá e caminhei em sua direção. Marco se assustou com a coragem que estava demonstrando naquele momento apesar de na realidade minhas pernas estarem tremendo. Ele se levantou apontando a arma para mim mas continuei indo em sua direção e toquei em seu peito e lhe dei o olhar que a muito ele parecia esperar.

[BC] - Marco quer subir ate meu quarto?

[C] Ele arregalou suas pálpebras em espanto acreditava que meu medo e repulsa tinham ido embora! Mas na verdade senti um nojo dentro de mim me tomar, mas o que eu tinha que fazer nao me deixou desistir. Passei minha mão em seu rosto e desci pelo seu peito tinha que fazer ele acreditar que era real. Ele concordou em subir eu ia ter que deixar os meus filhos na sala. Mas enquanto ele subia para meu quarto fui ajeitando a faca em minhas costas deitei Marco em minha cama e comecei a acaricia lo e a despi lo, ele estava tremendo de excitação quando subi por cima dele, ele esqueceu de sua arma. Eu o observava a cada movimento esperando o momento certo de despi de minha blusa e Marco estava com os olhos fixos em mim mas nao em minhas mãos seria agora.

[BC] - Jany finalmente vamos tornar o que acabei em uma realidade. Até que a morte nos separe!!

[BC] - Sim Marco vamos!!

[C] Me aproveitei de sua distração peguei a faca de minha cintura ele não teve chance de reação enfiei em seu peito uma, duas e três vezes e mais ate que nao pude contar mais seu sangue jorrava em mim até que ele não respirava mais.

[BC] Desci as escadas cambaleante e chamei a polícia eles me levaram ao hospital e em minha mente não saia a frase do maldito onde a morte me livrou do seu horror

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