[BC] Um conto de Alucard.
[C] Este conto contem relatos fortes de uma mente psicopata leia por sua conta.
[BC] Meu quarto solitário em uma pensão vagabunda, nas noites de sábado se torna insuportável.
[C] É a noite que preciso sair! As ruas estão lotadas de pessoas como eu! Que precisam do nosso modo de diversão. Os bares estão cheios, e meu vicio precisa ser saciado. O cheiro de bebida e perfumes de todas as fragrâncias. Vitimas de todos os tipos. Elas estão por toda parte livres só a procura de um caçador dominador como eu. Passeiam gritam dão risadas altas, crianças que mal conhecem o terror da noite que posso proporcionar. As músicas eletrônicas são as que mais me chamam minha atenção. Os rostos mais meigos mas com olhar diabólico são os motivos de meus delírios.
[C] Entro no primeiro que me chama a atenção não ligo para quem o frequenta. Minha única intenção é achar alguém que desperte meus desejos. Peço meu whisky com gelo e caminho para uma mesa perto da pista de dança. Para lá ficar observando meu gado. Elas dançam como umas deusas vadias me mostram tudo que elas querem e a quem queira ver. As luzes do salão aliadas a fumaça que soltam sem cheiro apenas da essencia noturna so deixando sua silhueta me deixam com tontura e minha mente começa a sumir, somente o desejo pela vítima permanece misturado a uma tontura estranha que sempre me domina.
[C] Quando meu álcool vai tomando conta da minha mente, minhas unhas ja começam a marcar a mesa velha do bar. Me levanto e entro pela pista para ir ao bar novamente, algumas mais abusadas entram em minha frente me encaram e olham dentro dos meus olhos sem ter a minima noção do perigo que correm. Mas me divirto de início com sua inocência elas oferecem drogas para aguçar ainda mais minha mente animal, alguns carinhos bobos e sem sentindo para aliviar seus egos e dar algum papo para trocarem com as amigas na saída, as que sobreviverem é claro.
[C] Eu me sento em minha mesa de novo com minha cabeça sem parar de rodar! A hora de escolher minha vitima esta chegando as batidas da música aliados a droga e o whisky já soltaram o animal que mantenho escondido nos dias normais. Permaneço ali por algum tempo observando até que chegue a madrugada. Até que finalmente pude vela, cabelos negros um corpo lindo e dançava a todo momento olhando pra mim.
[C]Passando a encara lá, me levanto e já posso vela falando com as amigas olhando para mim sorrindo e dando risadas para elas. Eu mal chego perto e ela me abraça e pede para que eu dance com ela, se todas as formas ela me excitou foi quando minha insanidade aflorou de vez e pedi para sairmos do bar. Eu queria ela de todas as formas, e de minha forma doentia mais ainda. Ela aceitou e saímos com ela se despedindo de suas amigas mal ela imaginava que seria sua última vez.
[C] Nos encostamos em beco perto do bar, ela estava feliz com sua conquista. Sem saber que eu estava no comando de tudo a cada passo que ela dava era tudo que eu queria. Então começamos a nos fazer carinhos meu coração começou a disparar simplesmente com seu cheiro, assim que a virei de costa para mim passei meu braço por seu pescoço e com minha mão comecei a sufoca la. Ela começou a perder os sentidos perdendo a respiração ela ja desmaiando enquanto eu sorria. A soltei ela caiu desmaiada no chão. Para confirmar sua morte pisei em seu pescoço até que achei que ela ja não respirava mais. Levantei minha cabeça queria gritar para a lua em homenagem a mais uma de minhas vitimas. O ar da depois de uma boa morte me alegrava.
[BC] Deixei seu corpo lá. Sorrindo ainda e ouvi alguém que devia ter achado ela lá gritar. Outro dia vira e mais outra vitima também.
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