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sexta-feira, 22 de março de 2019

Meu filho

Onde Está Meu Filho?
Alguns anos atrás uma moça de vinte e oito anos estava internada nesse hospital com câncer em estado avançado. Ela estava grávida de sete meses e meio quando a internaram pela ultima vez, seu marido havia morrido três meses antes em um acidente de carro. Ela cresceu em um orfanato em São Paulo e não tinha família. Os empregados do hospital se comoveram com sua história e todos faziam o possível para alegrá-la, porém nada adiantava. Sua tristeza pela solidão e o fato de que talvez nem conheceria seu filho pois o preço de dar a luz a criança poderia ser sua vida, e ela estava disposta a pagar.

Alguns dias depois de ser internada ela veio a falecer. Os médicos conseguiram salvar o bebê e o nomeou João, em homenagem sua mãe que se chamava Joana. Uma das enfermeiras do hospital começou com o processo de adoção do bebê, pois seu marido não podia ter filhos e ela viu a oportunidade para ter um filho, depois de quatro meses a adoção foi concedida.

A verdadeira mãe da criança parece que não se esqueceu do filho nem depois da morte. Laura (nome fictício da enfermeira que adotou o bebê) estava de plantão quando um paciente veio falar com ela.

“Alguém tem que tirar aquela mulher do meu quarto”.

“De que mulher o senhor esta falando?”

“Aquela doida que esta gritando comigo e perguntando "onde esta o filho?".”

Laura foi até o quarto do paciente e não havia ninguém lá. Ela chamou o médico que disse que ele poderia estar alucinando e o sedaram. Quando ela voltou para seu posto seu telefone tocou, ela atendeu, seu corpo estremeceu de terror. A voz feminina vinda do outro lado lhe era conhecida.

“Onde esta meu filho? Por que você o tirou de mim?” – questionava a voz chorosa do outro lado da linha.

Laura começou a rezar. O fantasma da moça a estava assombrando, mas nada adiantou. Outras pessoas começaram a relatar que haviam visto o fantasma.

O tempo passou e Laura continuava vendo e escutando a verdadeira mãe de seu filho. Os pacientes da ala de câncer também continuaram a ver as aparições. O hospital tentando encobrir disse que era efeito de um medicamento para câncer, mas a população daqui não acreditou. Meses depois mudaram a ala de câncer para um prédio novo, mas o fantasma foi junto e as pessoas continuaram a ver o fantasma. Laura se demitiu e nunca mais viu o fantasma da mulher. Mas dizem o hospital ainda continua assombrado. Vários empregados do hospital já a viram andando pelos corredores do hospital perguntando pelo filho, os pacientes dizem que escutam alguém tocar na porta, mas quando abrem não tem ninguém.

A casa da chacina

Era com grandes  sentimentos que eu deixava meus amigos para trás,uma muito especial Mirella. Meus pais compraram uma casa em outro estado, a 850 km de nossa terra natal.
No começo eu estava triste por deixar meu lar,minha escola, meus amigos tudo que eu conhecia.
_ Filha vc vai conhecer pessoas novas,fazer novos amigos.
_ Mas mamãe não é a mesma coisa.
_ Como não? .Terá um espaço maior para fazer o que vc quiser, terá seu próprio quarto e um lindo lago para se refrescar no verão e lindas montanhas para escalar com seus novos amigos.
Isso me animou um pouco. Chegado o dia da mudança eu já estava mais animada com a mudança. Me despedir dos amigos foi terrível, principalmente de minha melhor amiga a Mirella.
Chegando na nova casa esqueci completamente da tristeza de deixar o lugar onde nasci e cresci, o lugar era lindo,um grande jardim com flores variadas ,minha mãe adora plantas,o lago é enorme e as montanhas imensas.
_ Então gostou do que ve.
_ Muito mamãe, isso tudo é lindo.
_ Depois vamos colher alguns frutos para o jantar.
Eu acenei cm a cabeça e sai olhando tudo em nossa nova casa. Entrei na enorme sala e segui as escadas que dava para o andar de cima, passei por um quarto que parecia ser de meus pais, segui no corredor e passei por outro quarto, e voltei em seguida pareceu ter visto alguma coisa olhei, cm não vi nada voltei a caminhar pelo corredor e....
_ Meu quarto é enorme rsrsrs.....só meu que bom ,tenho um quarto só meu  rsrsrs.
Entrei no banheiro olhei todo ele , na outra casa eu tinha que dividir o banheiro com todos eles.
_ Que barulho estranho.. (silêncio )não deve ser nada deixa eu descer .
Mas no trajeto de volta eu tenho a sensação de alguém ou alguma coisa me observando mas nem dei muita atenção.
Caiu a noite e eu cansada de fazer meu tour pelo jardim da casa,finalmente entro para dentro da casa em companhia de papai que chegou do trabalho.
Gritos estamos ouvindo gritos ,o olhar de meu pai cruza com o meu  e saímos correndo ao encontro de mamãe  na cozinha.
_ O que houve?
_ Mamãe está tudo bem?
Minha mãe estava paralisada,assustada com algo ou alguma coisa que ela viu.
Meu pai correu em seu auxílio ,ela apenas balbuciou umas palavras e desmaiou.
Naquela noite nós não conseguimos dormir,muito barulho, gritos,murmúrios, rangidos que nos deixavam aterrorizados , isso foi até o amanhecer do dia.
Minha mãe contou  nos que tinha visto um homem horrível cm uma corda n
o pescoço,  e a trás dele outras pessoas horrendas, umas com faça no peito,outras cm tiro no rosto.
Resolvemos então descobrir o mistério da casa, enquanto isso dormíamos durante  a maior parte do dia e ficávamos acordados a noite toda.
Passado quatro dias descobrimos que havia acontecido uma grande chacina no local, onde onze pessoas haviam sido assassinadas. Meus pais colocaram a casa a venda e voltamos pra nossa pequena cidade,apesar de nossa casa ser pequena, nela nós estávamos em paz.
Eu estava em casa ,com meus amigos e minha melhor amiga onde confidenciei tudo a ela.

Então cuidado com a casa dos sonhos ela pode ter segredos nunca revelados.

Sede

[BC] Sempre tentei conter o desejo pela morte e de sede de sangue.
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[BC] Um conto de Alucard.

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[C] So que agora não mais, ha muitas vidas que não merecem nem o ar que respiram. Ha isso posso me satisfazer e fazer justiça. Pois mesmo que podre seu sangue pode me manter vivo. Por isso venho caminhado pelas ruas atrás de alguém que imagino que não mereça piedade. É diferente de quando me presentearam com minha eternidade. As noites quentes de verão deixam as ruas cheias, e nas madrugadas só a escória permanece.

[C] São destes que pretendo me saciar por agora. Me sento em um banco da praça onde posso observar as ações dos que estão por aqui. Eles se enchem de coisas pra lhe trazer um pouco do que chamam de felicidade. Coisa que nem sequer sabem o que significa. Mesmo com toda a luz artificial da cidade as músicas freáticas que escutam e se mexem rapidamente como doidos levados por seus devaneios. Fico somente a observar enquanto alguns nem sequer conseguem se manter de pé. Caem de um lado a outro pois ja estão cheios de suas químicas isso ate me diverte ver como acabam suas vidas inúteis.

[C] Até que algo me chama a atenção. Uma das garotas começa a preparar algo dentro de uma seringa, ela começa a rir alto e a debochar de seu próprio mal pude ouvir bem quando ela desejou a morte mais de uma vez, assim que ela aplicou a seringa em seu braço enquanto os outros a observavam sorrindo. Ela começou a andam cambaleante. Eu ainda sentado pude ver ela se distanciar e dois homens começaram a segui lá para trás de uma pequena igreja que ficava no centro da praça. Decidi me levantar e segui los.

[C] Quando virei para trás da igreja pude ouvir já os choramingos da garota os dois homens estavam forçando ela a entrar em um beco atrás da igreja com uma faca onde ninguem ia poder velos fui me aproximando devagar e peguei um deles pela nuca e o levante jogando o contra s parede, o outro quando me olhou ouvi seu coração acelerar pois meus caninos ja se faziam aparentes, o covarde agarrou a garota e a usou como escudo e quando eu fui me aproximar furou a barriga da menina avancei e enfiei minha unha em seu pescoço depois mordi arrancando sua garganta do lugar. Seu sangue tinha um gosto horrível pior até que o sangue de animais joguei seu corpo inútil na calçada.

[C] Quando fui olhar a garota ela agonizava quase sem vida e me lembrei o quanto ela antes pedia pra morrer e agora  sussurrava por ajuda então decidi lhe dar a pior das maldicoes para quem quer morrer uma morte em vida eterna me abaixei e mordi demoradamente seu pescoço ela me segurou com força enquanto eu sugava seu sangue jovem. Depois cortei meu pulso com minha unha e lhe dei de beber do meu sangue o infectado com a maldição que carrego a deixei no chão gritando de dor pois ela teria que morrer pra nascer eterna de novo, e quando dei as costas e fui embora.

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[BC] Me afastei lhe advertindo que ela não deveria mais pedir pela sua morte pois isso não ia mais lhe ser dada.
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Vazio num mundo de sorrisos

[BC] Onde o engano cresce a cada minuto .

[C] Onde pensamos que possa haver algo além disso atrás de algo sem alma sem sentimentos. Não haverá nada de real aqui somente a alegria dos tolos, que é apenas para sorrir e nada mais. Nada além do sorriso é real, tão real falsamente  verdadeiro que procuramos ilusões apenas por palavras que de tanto carinho se tornam vazias. Sem sentido em sorrisos que vão se tornando cada vez amarelos ate que se perdem no tempo.

[C] Como o entregue a falsidade onde há o ouro dos tolos, Onde se faz a máscara que cobre a serpente. Ela a todo minuto sorri sobre a carcaça de quem enganou a cada minuto. Mas sempre vai pagar o preço de viver a se rastejar, tudo com o amanhã desaparece mas na mente ha de voltar a cada vista da imagem assolada iludida. Mas nunca perdida no tempo onde as nuvens cinzas vão passar. E mesmo que o sol não venha brilhar será outro amanhecer.

[C] O mundo de sorrisos guarda suas mágoas e sempre será assim. Até que ele venha a consumir ou ser consumido, seria inútil não tentar viver cada emoção nos dada de presente dos gregos mas seria experiência para acordar. As minha desabafo em linhas para mim mesmo guardar. Embora seja aqui o caminho dos espinhos. Este sera sempre meu lugar onde deixar todas que senti. Onde aprendi que a cada minuto uma existência é falha não importa o sentido dela importa que mesmo em falhas vivemos para crescer e não causar. Mas se nos erros não se aprende, mesmo se em erros paramos insistindo isso é o caráter a faltar.

[C] Falar porque no mundo de risos falsos a necessidade de ser alguém chama pra si as mentiras. Como se de enganos nos tornemos melhores mesmo onde um prazo é curto demais para aproveitar e se faz o vazio. Que tras a depressão de quem mente sorrindo depois passa a chorar.

Minha parcela de culpa

[BC] Nunca me omiti sobre meus pecados.

[C] So que minha parcela de culpa em tudo foi nunca aceitar uma derrota, Nunca aceitar quando um sacrificio virasse deboche ou chacota para cães. Que não conhecem nada que é verdadeiro. Sim minha parcela de culpa e sempre achar que quem não agrega valores os destrói. Minha parcela de culpa e ser o juiz, o carrasco e a sentença de quem não me é leal. Pois o mesmo direito que lhe da de ir ou vir, me da não aceitar presenças imundas em meu mundo onde espero o melhor para os meus.

[C] Se isso for um erro sim aceito minha minha culpa! Que venha o castigo de onde quiser. Pois sei que ratos sempre rondam sempre vão aparecer, só que desta vez não terão mais direto de vós em meu lar seu direito so no mundo afora. Pois la fora eles os tem não aqui. Nao haverá mais a discórdia nem abalará mais o meu recanto pois foram causados por minha ingênua vontade. Esta que não existe e não mais vai existir.

[C] Vai sobrevir somente a vontade do acerto que tanto incômoda. Pois sempre o fracasso esperam o que não vai mais haver. Jamais abandonar o bem de muitos por um apenas isso foi minha culpa assumida a sumir. Que nunca mais vai voltar pois o sentimento que havia aqui não existe em ninguém mera ilusão de ocasião que se deixam levar os tolos como eu fui.

[C]De pensar em algo puro de um mundo que muitas vezes é sujo e sem face. Sim posso até não ter sido enganado mas o real engano são de sujos de alma que acham no direito de julgar um erro por outro e para não aceitar dizem que seu maior erro foi o sentido do sentimento que não conhecem. Pois seus únicos erros é sua própria incapacidade de sentir.

Ate que a morte nos separe 2


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[CB] Haviam se passado 12 anos apos aquele trágico casamento.
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[C] Aonde ia me casar com um homem que achava maravilhoso! Marco o havia conhecido em uma rede social, namoramos por mensagens durante um ano dois encontros em um motel e nos apaixonamos. Tudo parecia perfeito gastamos uma fortuna em uma festa de casamento que nem aconteceu e no aluguel de um castelo onde foi cenário de um assassinato cruel do meu tio pelo meu próprio noivo o homem que jurei amar.

[C] Ainda depois houve meu sequestro que vitimou meu pai também pelas mãos de Marco. Quando a polícia abriu fogo contra ele, ele levou vários tiros rolando pelo corego. Os polícias juravam que haviam matado Marco! Mas depois de alguns dias recebi uma mensagem no meu watts dizendo.
[BC] Voltarei para a lua de mel.

[C] Tinha certeza que era Marco ele não havia morrido incrivelmente depois de levar vários tiros e podia jurar depois da igreja que ele parecia possuído por algo um demônio. Mas muito tempo se passou e mesmo não tendo superado por completo conheci uma outra pessoa Fernando um homem que me acompanhou e se dedicou a mim, apesar de logo de início não o amar seu carinho me conquistou.

[C] Nos casamos e desta união nasceram dois filhos, um deles dei o nome em homenagem a meu pai. Mikael meu filho mais velho hoje com 7 anos e Paul de 5 anos. Julio meu marido era piloto sempre estava viajando. Eu vivia a maior parte do tempo sozinha.

[C] Me levantava de manhã. Levava meus filhos a escola e ia para meu trabalho. Estava vivendo uma vida pacata e tranquila após da tragédia que houve na minha família. Mas o que vou passar a relatar foi o inicio de um novo inferno. Estava de saída do escritório de advocacia onde trabalho, quando vi um bip de notificação no watts do escritório que carrego comigo. O número era conhecido mas eu não acreditei que fosse ele. Queria crer que todos esses anos sem aparecer ele estivesse morto.

[BC] - Descobri finalmente onde você está! Seus filhos são lindos....
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[C] Para minha surpresa e pavor era o número de Marco! Ele realmente ainda estava vivo. E sabia da existência de meus filhos, sai correndo do trabalho em direção do estacionamento que tinha deixado meu carro. Entrei e sai em disparada para o colégio para buscar e esconder os meninos. Mas assim que parei meu carro em frente ao colégio desci e em frente o portão senti alto forçando minhas costas em minha pressa nem percebi ninguem na calçada, e pude ouvir a voz de Marco.

[BC] - Jany a quanto tempo minha querida! Esta maravilhosa como sempre!

[C] Pude sentir uma arma em minhas costas o calafrio que sua voz me fez voltar no tempo que foi o horror de nosso casamento, não entendia o porque de ele ter feito aquilo e agora esta volta para me ameaçar de novo. O que movia seu ódio ou que poderia estar passando em sua mente. Em meu desespero queria logo entregar minha vida em suas mãos para preservar a vida de meus filhos.

[BC] - Marco! Por favor nunca lhe fiz mal algum, se quiser pode me matar. Mas deixe meus filhos em paz.

[BC] - Chame nossos filhos Jany! Vamos para casa.

[C] Estranhei aquela frase, nossos filhos Marco so poderia estar louco ou delirando. Não queria agora tirar os meninos da escola ele poderia matar meus filhos com aquela arma, onde ele queria levar a gente mas ele percebeu minha denora e aperta sua arma em minhas costas mais forte.

[CB]- Chame as crianças Jany minha paciência esta acabando!!! Demorei muitos anos pra achar vocês.

[C] A cada minuto meu pavor aumenta vá, as lembranças do dia nosso casamento voltaram mais vivas ainda. Não queria para meus filhos o mesmo fim que aconteceu a meu pai. Tive de pedir a diretora que trouxesse meus filhos mentimos que Marco era um irmão distante do meu marido que tinha  vindo de longe para ver as crianças. Quando eles apareceram estranhamente antes de entrarmos no carro Marco demonstrou muito carinho pelos meninos.

[C] Ele colocou os dois no banco da frente comigo e me disse que seu presente estava escondido em minhas costas, -e se eu nao colaborasse coisas muito ruins poderiam acontecer. So respondi balançando a minha cabeça olhando fixo na rua. E pensava apenas nas crianças olhava no retrovisor no rosto de Marco um sorriso sinico e um olhar psicotico. Como nunca percebi nele.

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[C] Perguntei onde ele queria que o levasse me falou que deviamos ir para casa para que nossos filhos pudessem descansar um pouco neste momento não suportei e decidi acorda lo do seu delírio.

[BC] - Marco não são nossos filhos são meus de Fernando ele é o pai dos meus filhos!

[C] Ele gargalhou e me disse que isso era temporário e que eu devia me apresar a chegar em casa. Pois ele queria resolver tudo aquilo o mais rápido possível. Meu coração estava disparado não sabia o que esperar de um louco que tinha a mim e meus filhos como refém. Quando chegamos em casa ele me pediu para descer as crianças e entrar na casa sem alardes.

[C] Fiz o que ele me pediu quando ele entrou se sentou no sofá da sala ao lado dos meus filhos e ligou com o controle a tv. Me disse que estava com fome, me pediu para preparar algo enquanto ele via os programas de desenhos com as crianças eu na cozinha chorava preocupada com meus filhos na sala com um louco armado e ele na sala dava gargalhadas altas eu aproveitando a oportunidade que Márco me deu escondi uma faca em minha cintura e acabei de fazer algo para ele. Ele me fez sentar no sofá com os meninos no sofá enquanto ele comia apontando a arma para mim e meus dizendo coisas irônicas.

[BC]- Maravilhoso Jany! Seria mesmo uma ótima esposa.

[C] Minha indignação e ódio iam aumentando ao estar na frente de Marco o homem que quase acabou com minha vida. Ele agora estava em minha casa pronto para me matar e a meus filhos tambem. Então decidi que nao ia permitir que isso acontece se. Vou ter que pensar em algo para, paralo, estava com uma faca escondida por sua confiança. Tenho que me aproveitar dela de novo mexendo com seu enorme ego agora. Mesmo que seja uma saida suja mas nao vou deixar que ele destrua minha vida novamente.

[C] Enquanto ele terminava de se alimentar me levantei do sofá e caminhei em sua direção. Marco se assustou com a coragem que estava demonstrando naquele momento apesar de na realidade minhas pernas estarem tremendo. Ele se levantou apontando a arma para mim mas continuei indo em sua direção e toquei em seu peito e lhe dei o olhar que a muito ele parecia esperar.

[BC] - Marco quer subir ate meu quarto?

[C] Ele arregalou suas pálpebras em espanto acreditava que meu medo e repulsa tinham ido embora! Mas na verdade senti um nojo dentro de mim me tomar, mas o que eu tinha que fazer nao me deixou desistir. Passei minha mão em seu rosto e desci pelo seu peito tinha que fazer ele acreditar que era real. Ele concordou em subir eu ia ter que deixar os meus filhos na sala. Mas enquanto ele subia para meu quarto fui ajeitando a faca em minhas costas deitei Marco em minha cama e comecei a acaricia lo e a despi lo, ele estava tremendo de excitação quando subi por cima dele, ele esqueceu de sua arma. Eu o observava a cada movimento esperando o momento certo de despi de minha blusa e Marco estava com os olhos fixos em mim mas nao em minhas mãos seria agora.

[BC] - Jany finalmente vamos tornar o que acabei em uma realidade. Até que a morte nos separe!!

[BC] - Sim Marco vamos!!

[C] Me aproveitei de sua distração peguei a faca de minha cintura ele não teve chance de reação enfiei em seu peito uma, duas e três vezes e mais ate que nao pude contar mais seu sangue jorrava em mim até que ele não respirava mais.

[BC] Desci as escadas cambaleante e chamei a polícia eles me levaram ao hospital e em minha mente não saia a frase do maldito onde a morte me livrou do seu horror

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Sentimentos em sangue

[BC] Tão dificil chegar a lugar algum que se torna vazio sem sua presença!

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Sentimentos em sangue.
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[C] Onde as caricias selvagens levavam aos delirios nossos desejos insanos não somente por prazer mas sim pela companhia. Nem sempre agradável que tínhamos. Mas mesmo entre facas e machados. O fogo nos lábios em uma mistura de ódio e amor nos fazia calar.

[C] Uma eterna ilusão que tão somente fosse mentira fantasia. Desses meu delírios por sua falta, não lastimo pois foi belo enquanto durou, perfeito em desejos se revelou, onde meus sentidos aguçou sem que se quer me tocasse o êxtase do prazer me tomou que meu corpo tremia sem estar do lado sem toque não havia! Somente a mente em delírio. Não ha uma letra nada pelo que senti, mas vivi! Só  menos acrescentei. Errei a todo momento, pois em erro morreu, por mais que não se perdeu, se perdera!

[C] Onde conformar se a mente se lembra dos braços em volta do pescoço de noites intermináveis sem cansar. Mas a companhia em tédio se torna muito facil quando. So queremos pra nós a companhia que não devia ir. Mas sempre deixando nas unhas encravadas em meu corpo o sangue a escorrer onde a dor me era agradável. Onde somente a lua vermelha a banhar nos dois vermelha como o sangue que de nós escória, se para nos era a essência dos deuses tão agradáveis quanto nossas mordidas entre  movimentos que pareciam a bela dança do prazer a desejarmos que fosse eterna mas não foi terminou.

[C] Mas em meio a uma solidão profunda a lembrança sempre a de estar desse luar das gotas de meu sangue em sua boca antes da partida. De minha mão ferozmente em desejo a arranjar seu corpo. Onde meu lábios corriam seu pescoço, antes de me saciar. Foi me entregue a eternidade mas não resolveria sem estas noites. A passar sem te encontrar. São inúteis sem nossos momentos especiais, so a lembrar onde a tortura sempre vira mais forte.

[C] Mesmo sem ver nossos olhos vermelhos a se encontrar a simples lembrança do toque amaldiçoa deixando um vazio que não cessa e talvez nem venha a cessar.

Poeta em trevas

[BC] Trazer para hoje memórias passadas.

[C] Quantas já se foram passando e transformando o sentido em sem sentido algum, sem lástima lembrar, talvez impossível pois destas que se fez quem sou agora me trazendo as inspirações do impuro tentando tornar puro o máximo que conseguir! Só que o impossível não trazer antigos sofrimentos de volta. Na Solidão do quarto escuro largado nas trevas que me jogaram.

[C] O que sempre me tornou forte por muitas vezes abateu a fraqueza. Pela teima de ver imagens que teimam em sumir me deixando por muitas vezes loucos, pois o demônio sempre vem me cobrar seu maldito preço, Ele sempre esteve por trás sua alegria minhas injúrias passadas amargas como o pior veneno que sempre me sérvio. Não digo maldito seja pois ele so faz sua parte atrás de minha alma que talvez sempre le pertencera.

[C] Mas nunca sem luta entreguei pois mesmo sem querer a uma luz que não sei de onde vem a me proteger. Me tirando de suas mãos causando sua ira. E mim por mais que não espere sorriu em lágrimas. So por sempre ver sua derrota e no fim sempre estou de pé a sua frente, então em ira ele vem em meu canto escuro sempre. Pois seu passado e o meu em futuro quer me cortar.

[C] Mas sempre me quiz assim um poeta maldito sem aplausos pois a fama minha é dele,  ele sabe o quer. O que quero não importa mais pois minhas letras, linhas ele deseja. Para sua diversão elas retratam mesmo sem querer a dor de minha alma que lhe trás prazer e como um requiem ele sorri. Sorri ao mesmo tempo me chamando de seu filho que a cada açoite ele quer mais.

[C] So que de mim so terá as letras nada mais, os sofrimentos sempre viram sempre existirá minhas linhas mal entendidas que so ele entende, pois comigo estão, a cada dia mais negro o poeta maldito se torna para um dia recitar  suas dores em seu lar.

Um novo amanhecer


[B]Quando somos descrentes, por muitas vezes podemos ser pegos de surpresa.

[B]Um conto Alucard.

Nunca esperamos que o mundo pudesse chegar neste extremo. Quando as coisas começaram a mudar, só haviam rumores de ameaças de guerras e genocídios por toda Terra. Isso era um fim que sempre soubemos que poderia acontecer, e hoje estou no meio de tudo. Um mundo destruído, caos por toda parte, onde todos os sentimentos acabaram. Até Deus,  aqui, parece que deixou de existir, e somos todo o resto que sobrou. As primeiras desgraças que aconteceram, foram as empresas com a ganância desenfreada e seus donos porcos e demoníacos sem pensar no bem-estar de ninguém. Destruíram quase todo o meio ambiente. Isso foi secando quase todas as formas de tirar um alimento saudável da Terra.
Hoje, a comida do mundo é escassa. Tudo se resume novamente à caça. Animais que antes eram domésticos, hoje são nossos inimigos, pois a lei da sobrevivência os levou à loucura, assim como também a humanidade. Depois da terceira Guerra Mundial, que se iniciou em uma retaliação ao poder Americano sobre o planeta, que aliados à forças que desconhecíamos, esconderam do resto do mundo a existência de uma inteligência superior que sempre existiu. Desde a antiguidade, sempre nos observaram e, quem sabe, eram chamados de deuses.

Quando a verdade decidiu aparecer, foi para nos destruir definitivamente. Mas antes, em desespero, um ataque nuclear em massa entre as nações Rússia e China,  aliados à Coréia do Norte, lançaram um ataque devastador aos Estados Unidos, França e Reino Unido! Que, em reposta, quase destruíram estas nações também. O resultado: a quase extinção de tudo que conhecemos. Agora, no mundo que sobrou, nos tornamos sobreviventes.
Eu me tornei um destes que vagam por essa desilusão, já perdi tudo que eu tinha. Hoje não se pode confiar nem na própria sombra, pois até as mães comem seus próprios filhos assim que nascem, para manter sua própria vida inútil. Esta cena eu mesmo vi, e por não suportar ver aquela imagem grotesca, dei cabo daquela vida miserável! Porque assim que a mulher em gritos deu à luz, achou forças ainda para, com uma pedra, matar batendo na cabeça do recém-nascido, e começou a devorá-lo devagar. Presenciar aquilo, ainda me causava náuseas! Então, não suportando, mirei minha arma em sua cabeça e dei cabo daquela existência miserável.
Sobreviver e matar foi o instinto que restou neste mundo miserável, não há outra alternativa, assim como o Deus que nos refugiava em nossas orações, que nem existe mais. Até  mesmo o demônio sumiu, porque hoje somos piores que ele.
Na grande maioria, matamos por diversão, disputando um lugar neste inferno! Eu, por minha vez, passo a procurar ainda um lugar onde possa manter minha santidade, ando onde deveria ser a cidade que nasci à procura de meus filhos. Eles deveriam estar aqui, mas já passou muito tempo. Tenho que tentar pensar que ainda estão vivos, mas dentro de mim algo já me faz aceitar suas mortes. Eles foram criados pacatos por sua mãe, e não um animal como eu!
Uma espécie que hoje domina essa lixeira, pois nunca tive sentimentos por nada, a não ser por eles. O resto, sempre destruí sem piedade... Deve ser por isso que ainda me mantenho de pé, mas já lutava antes de tudo acontecer, e hoje luto ainda mais para procurar o que possa restar de minha existência anterior, que seria minha família. Demorei muito pra chegar até aqui. Quimometros se tornaram verdadeiros campos de guerra, não há um passo que não se ache o fedor da morte no ar.

Minha maior esperança era que após a guerra eles sucumbissem na radiação. Isso os levaria à morte em segundos, o que, nestas condições, não seria tão ruim. Prefiro que estejam descansando, ao vê-los doentes como estes animais que vagam nesse inferno. Cheguei ao que parece ser o lugar onde vivi, mas como tudo à minha volta, parece desolado e destruído. Não vejo nada em pé, parece que minha família se foi. Apesar das lágrimas descerem por meu rosto, algo me trás paz... Eles não estão nesta realidade mais. Sim, era essa minha casa, ainda tenho lembranças daqui e de quando chegava do meu trabalho e encontrava minha família; minha esposa.
Deus, se ainda existe, não deixe que os ache da forma que vi, como o que sobrou dessas pessoas!
A porta não abre, vou ter que derrubá-la... Tudo aqui esta destruído, nada se parece com a casa organizada que foi. Stella sempre deixou tudo no lugar. Nossas coisas todas quebradas ao chão... Na torneira da cozinha ainda caem gotas de uma água que pode não estar mais boa para o consumo, mas é melhor eu encher essa garrafa pequena que carrego comigo. Agora já não sei quando vou ter essa chance de novo.

Um barulho no quarto de cima. Algo está mexendo lá em cima, no quarto dos meus filhos. Será que eles ainda estão aqui?
Depois de subir as escadas, continuo ouvindo o barulho. Gemidos, dor!

[B]- Quem está ai dentro? Me reponda!

[B]- Eu estou aqui! Me ajude, por favor.

Esta voz não pode ser... James, o meu filho.

[B]- James? É você?

[B]- Quem está ai? Me ajude, por favor, a luz da porta... feche, por favor, meus olhos não estão suportando a luz.

[B]- Sou eu, James, seu pai! Como está se sentindo? Eu cheguei, filho. Estou aqui.

Deus, eu pedi para não encontrá-lo assim! Maldição... por que nos abandonou desta forma? Sempre tentei ser a melhor pessoa do mundo antes desse seu jogo maldito se tornar o que se tornou. O James... ele sempre acreditou em você. Meu filho sempre foi um maldito rato de igreja. O que de errado ele lhe fez?

[B]- Pai, tenho fome! Você está diferente. Sua barba está branca kk.
Com a visão do meu filho naquele estado, não me contive de entrar em prantos. Ele estava fraco, decrépito, seu corpo cheio de machucado e feridas. Ele fedia a corpos. Corpos...
[B]- James... cadê seus irmãos?

[B]- Pai, eu estou com fome!!!

Meu filho pegou um machado, um que tínhamos guardado numa caixa de ferramentas no baú embaixo da minha cama. Eu não podia mais suportar vê-lo daquela maneira, se arrastando. James matou sua própria família, a nossa família.

[B]- Pai, preciso comer.... senti sua falta.

Deus me perdoe pelo que vou fazer, mas se você não me perdoar, dane se, você deixou tudo isso acontecer! Peguei minha faca da cintura e caminhei em direção de James.
[B]- Filho... me abrace!

[B]- Por que chora, pai? Só preciso de você. Não suporto mais a dor, estou faminto.

Ele estava muito fraco, mal podia se movimentar direito de tão magro, acabado e doente. Segurei a mão do machado. James tentava me atacar, mas rasguei sua barriga com a faca que eu segurava na outra mão. Meu filho morreu com lágrimas nos olhos, me olhando como se quisesse pedir perdão. Mas, quem precisava do seu perdão era eu... não pude chegar antes. Talvez eu poderia ter evitado o que aconteceu a eles antes. Vou descer e sair desse lugar, mas vou enterrar você, James, e os restos que estão em seu quarto. Mesmo sem saber de quem são... de Stella, sua mãe, ou de seus irmãos.

Pronto. Tudo aqui pra mim terminou com a procura da minha família, minha paz! Ela não haverá mais. Só uma coisa me restou: este inferno! Mas, agora só um sentimento está em meu coração... Minha sobrevivência aqui só tem um sentimento por quem causou isso...
MALDITOS!

Noites Alucinantes

[BC] Um conto de Alucard.

[C] Este conto contem relatos fortes de uma mente psicopata leia por sua conta.

[BC] Meu quarto solitário em uma pensão vagabunda, nas noites de sábado se torna insuportável.

[C] É a noite que preciso sair! As ruas estão lotadas de pessoas como eu! Que precisam do nosso modo de diversão. Os bares estão cheios, e meu vicio precisa ser saciado. O cheiro de bebida e perfumes de todas as fragrâncias. Vitimas de todos os tipos. Elas estão por toda parte livres só a procura de um caçador dominador como eu. Passeiam gritam dão risadas altas, crianças que mal conhecem o terror da noite que posso proporcionar. As músicas eletrônicas são as que mais me chamam minha atenção. Os rostos mais meigos mas com olhar diabólico são os motivos de meus delírios.

[C] Entro no primeiro que me chama a atenção não ligo para quem o frequenta. Minha única intenção é achar alguém que desperte meus desejos. Peço meu whisky  com gelo e caminho para uma mesa perto da pista de dança. Para lá ficar observando meu gado. Elas dançam como umas deusas vadias me mostram tudo que elas querem e a quem queira ver. As luzes do salão aliadas a fumaça que soltam sem cheiro apenas da essencia noturna so deixando sua silhueta me deixam com tontura e minha mente começa a sumir, somente o desejo pela vítima permanece misturado a uma tontura estranha que sempre me domina.

[C] Quando meu álcool vai tomando conta da minha mente, minhas unhas ja começam a marcar a mesa velha do bar. Me levanto e entro pela pista para ir ao bar novamente, algumas mais abusadas entram em minha frente me encaram e olham dentro dos meus olhos sem ter a minima noção do perigo que correm. Mas me divirto de início com sua inocência elas oferecem drogas para aguçar ainda mais minha mente animal, alguns carinhos bobos e sem sentindo para aliviar seus egos e dar algum papo para trocarem com as amigas na saída, as que sobreviverem é claro.

[C] Eu me sento em minha mesa de novo com minha cabeça sem parar de rodar! A hora de escolher minha vitima esta chegando as batidas da música aliados a droga e o whisky já soltaram o animal que mantenho escondido nos dias normais. Permaneço ali por algum tempo observando até que chegue a madrugada. Até que finalmente pude vela, cabelos negros um corpo lindo e dançava a todo momento olhando pra mim.

[C]Passando a encara lá, me levanto e já posso vela falando com as amigas olhando para mim sorrindo e dando risadas para elas. Eu mal chego perto e ela me abraça e pede para que eu dance com ela, se todas as formas ela me excitou foi quando minha insanidade aflorou de vez e pedi para sairmos do bar. Eu queria ela de todas as formas, e de minha forma doentia mais ainda. Ela aceitou e saímos com ela se despedindo de suas amigas mal ela imaginava que seria sua última vez.

[C] Nos encostamos em beco perto do bar, ela estava feliz com sua conquista. Sem saber que eu estava no comando de tudo a cada passo que ela dava era tudo que eu queria. Então começamos a nos fazer carinhos meu coração começou a disparar simplesmente com seu cheiro, assim que a virei de costa para mim passei meu braço por seu pescoço e com minha mão comecei a sufoca la. Ela começou a perder os sentidos perdendo a respiração ela ja desmaiando enquanto eu sorria. A soltei ela caiu desmaiada no chão. Para confirmar sua morte pisei em seu pescoço até que achei que ela ja não respirava mais. Levantei minha cabeça queria gritar para a lua em homenagem a mais uma de minhas vitimas. O ar da depois de uma boa morte me alegrava.

[BC] Deixei seu corpo lá. Sorrindo ainda e ouvi alguém que devia ter achado ela lá gritar. Outro dia vira e mais outra vitima também.

quinta-feira, 21 de março de 2019